
Compartilho este texto, originalmente publicado na “língua dos Beatles” e, traduzido para a língua mãe (português), apenas em 1977 parece agora um desconhecido ou…, esquecido, sufocado, por crendices de que o FMI é neutro e, que a métrica do PIB é um real indicador, para o desenvolvimento humano e sustentável.
Para os menos colonizados, nestes momentos em que as desigualdades aumentam, a violência se impõem e, a “questão” climática assusta, é bom recordar como este capítulo de E.F Schumacher , tem inquietudes atuais. Ele se antecipa com a atual explosão de novidades, como as teorias andinas do desenvolvimento do Buen vivir (Sumak Kawsay em Kichwa ou, Suma Qamaña em aymara), e também, como ensaístas vigorosos, como a Kate Rowarth (Economia Donutz), o Thomás Piketty (Capital e Ideologia), o Serge Latouche (Pequeno Tratado Sobre o Decrescimento Sereno), Ha-joon Chang (Chutando a Escada), o Joaquim Sempere (Mejor con Menos). Tomo a liberdade, de recomendar a leitura deste pequeno clássico.












Fraternalmente
Silvio T. Monteiro

