TECNOLOGIAS & MUDANÇAS

DO QUE FALAMOS?

A leitura deste texto é possível pela existência e uso de uma tecnologia compartilhada, por quem escreve e, por quem lê. Ela dá suporte a nossa comunicação. No passado poderiam ser hieróglifos numa pedra ou, um livro impresso (recordam a revolução de Guttemberg?). Enfim, a tecnologia é o que resulta num produto-meio concreto para atender a uma necessidade humana, como o celular, o lap-top, a internet, que estamos usando.

A tecnologia é uma síntese de conhecimentos, sobre a solução de uma problemática numa determinada atividade. É o conjunto de técnicas, de métodos, instrumentos que funcionam de certa maneira, permitindo os resultados esperados. Geralmente, o conhecimento tecnológico foi, e ainda é muitas vezes, construído num processo empírico, num acumulado social da necessidade prática e, posteriormente explicitado, aperfeiçoado pela ciência aplicada.

A nossa característica de trabalharmos, para produzir o que precisamos, nos afirma como seres humanos em mudança e nisto, também mudamos nosso entorno. Em nossas atividades, desenvolvemos as ferramentas, os instrumentos que multiplicam as capacidades de nossos músculos, órgãos sensitivos e capacidade de ação sobre o meio. Este processo contínuo, é próprio do evoluir da espécie e agora, está em aceleração.

Das ferramentas elementares da pedra lascada até as de bronze, ferro e aço, sempre estivemos pesquisando, ensaiando, errando e descartando, até acertarmos, aperfeiçoarmos e adotarmos. Somos geradores de conhecimento, habilidades e métodos nas atividades de produção de bens, para atender o que precisamos.

A roda uma das ferramentas mais importantes da humanidade, não podemos imaginar mundo sem as rodas.

A tecnologia, não é nada mais do que a sistematização do conhecimento humano nas atividades, nos processos, do que precisamos para viver. A história humana, é a história de nossas relações sociais, permeadas por emoções e, sobre a base material das tecnologias e dos seus produtos. Quem criou o arco e flecha? O anzol? a cerâmica? a agulha e linha? a roda? o estribo? a ferradura? o parafuso? Não pagamos direitos autorais pela invenção e desenvolvimento destes e, milhares de outros objetos, eles são alguns exemplos, do processo permanente da capacidade das relações sociais humanas, para gerarem artefatos, ferramentas, tecnologias revolucionárias. As mudanças tecnológicas, fazem parte da nossa evolução, são uma característica singular da mesma, são o avanço no domínio de energia, desde as fogueiras até a solar; com o poder das transformações físico-químicas e bioquímicas da natureza, para criação, formatação, recriação de objetos que usamos.

Com a mecanização, passamos a ter a capacidade de substituir e multiplicar o trabalho humano muito além da força muscular humana ou, de animais domesticados para a tração. Os conhecimentos aplicados no controle de fontes de energia (máquina a vapor, energia elétrica e combustão interna …), dão início ao grande salto para mover sistemas integrados de “ferramentas”, e da produção rápida de novos objetos e, em quantidades, muito além do imaginável por qualquer mestre artesão. O esforço físico direto do homem, multiplicado inicialmente pelas ferramentas, foi potencializado pela máquina, movida por energia que canalizamos e controlamos. Da substituição da força humana com a mecanização, ao grande salto tecnológico seguinte, que foi diminuir a presença humana no trabalho de controle das máquinas, se passaram 3 ou 4 gerações, um período curto na escala da existência de nossa espécie. Agora, os processos de controle do funcionamento de máquinas, de indústrias, de atividades diversas, sua regulação, correção de procedimentos, a atividade humana de acionar e dirigir as máquinas, é complementada e substituída pela automação. O surgimento dos chips (semi-condutores) e sua aplicação nos computadores, permite a realização de diversas atividades, que antes necessitavam a permanente presença do trabalhador. A ação humana agora, é direcionada para a correção de desvios graves na automação, para o desenho das máquinas e dos programas que as controlam. Isto resultou em diminuição de custos de produção, nova ampliação na produtividade, abalos no mundo do trabalho com a diminuição de emprego, mais sub-emprego, como previam os Ludistas e também, o surgimento de novas profissões.

O conhecimento tecnológico, praticado na produção, é a fonte de motivação para o avanço do conhecimento científico. Ocorre um processo contínuo da prática, a geradora de dúvidas das hipóteses científicas demandando pesquisas, explicações e teorias que, por sua vez, realimentam o avanço de novas tecnologias incorporadas em novas práticas (o movimento Prática-Teoria-Prática).

Imagem: Henry Ford e sua fábrica de automóveis em meados de 1913, produção acelerada num modelo de esteira vários operários com tarefas diferentes para montar um carro. Site da imagem: http://www.tricurioso.com
A automação representa 70% do trabalho na linha de montagem.

Mudanças…muito além da imaginação

Sabemos que as necessidades humanas não são infinitas. Afinal, para serem infinitas, deveríamos ser imortais. Embora a sociedade de consumo, precise gerar necessidades permanentes e nos inculcar necessidades supérfluas, além das básicas. No entanto, a capacidade criativa humana, com os conhecimentos científicos que temos e que avançam, geram a conclusão que temos potenciais de aperfeiçoamentos muitos além da ficção científica. Vivemos transformações rápidas, mesmo imersos em carências e desigualdades, o mundo real parece conviver com magias que se auto-realizam.

As distâncias por exemplo, continuam as mesmas. Mas a revolução da telefonia, a audição a distância, já está ultrapassada pela vídeo chamada, agora ouvimos e vemos com quem falamos, o potencial do diálogo se multiplicou. Nos preparamos para incorporar a “tele-presença” no nosso cotidiano.

O planeta não diminuiu de tamanho, as distâncias são as mesmas, mas as comunicações em todas as latitudes e longitudes, é quase instantânea. Os deslocamentos de pessoas e cargas ocorrem em velocidades insuspeitas e logo serão mais rápidos. Se a primeira volta ao mundo, a expedição de Fernão de Magalhães, levou quase 3 anos, hoje os barcos também a vela, fazem o périplo em menos de 50 dias. O planeta é o mesmo, os ventos também, as diferenças de conhecimentos das correntes marítimas e dos ventos, a capacidade de localização pelo GPS, deixando de depender apenas da revolucionária bússola, as tecnologias de construção navais, são os avanços que fizemos…diminuindo o tempo de deslocamento. Isto com certas ressalvas, nesta comparação, as diferenças estão na acumulação de conhecimentos, afinal a pequena frota de Magalhães navegava sobre o desconhecido, não competia uma regata. No entanto, a desafiante “volta ao mundo em 80 dias” aposta do livro de Jules Verne, é outro exemplo das mudanças, pois isto agora pode ser feito em horas e não em dias.

Consultar mapas para se orientar? Como diz meu neto, “ vô, isto é coisa para piratas” e me mostram seus celulares. Tem razão, agora os satélites monitoram a totalidade do planeta, nos orientamos pelos aplicativos do celular com precisão, deixando a leitura da bússola para….os velhos escoteiros, todos usam o GPS (nem todos, parece que alguns ainda pensam que a terra é plana..).

Uma bússola, o vento, o nascer e por do Sol, as estrelas no céu bastaram para desbravar os oceanos na época das grandes navegações, mas tempo tornava as viagens custosas, muitos marinheiros a bordo. Imagem: br.freepik.com

As cirurgias robóticas, nanotecnologias na saúde, hibernação, engenharia genética, implantes corporais, operações de correção estética, os estudos de genomas criando a medicina personalizada, novos medicamentos e alimentos, as redes de satélites, com seu potencial de transmissão, de climatologia, pesquisa espacial, etc…. criam possibilidades nunca imaginadas. Na produção de alimentos, as fazendas verticalizadas, com máquinas robôs, não necessitam mais das habilidades e da força humana para a análise de solos, plantio, cuidados, colheita, armazenagem e transporte (já podemos plantar e colher, sem tocar na terra). Sistemas ecológicos com “ciclos fechados” usando energia solar já existem, os mesmos associados aos domos, permitem pequenas cidades “autônomas” e, são as bases de teste para a colonização da lua e de outros planetas. Em todos os sentidos, avançamos conhecimentos. Desde a fotossíntese artificial para canalizar energias para nosso uso, impressoras 3D revolucionárias, novos transportes, habitação, cultura, lazer, comunicação, etc… e finalmente, já convivemos com a robótica.

De programas de computadores, para “máquinas pensantes” a inteligência artificial (IA) que possam fazer em condições iguais ou melhores, as nossas tarefas, é uma veloz e silenciosa revolução que vivemos. Robôs fazem serviços pesados, perigosos, com mais rapidez e precisão do que trabalhadores; Robôs tem capacidade de reconhecer a voz, ler emoções nos risotos e cuidar de idosos e crianças; Os robôs já tem condições de aprender, o que considerávamos uma peculiaridade apenas nossa. O que Isaac Asimov imaginava em 1960, em seu livro de ficção científica, “Eu Robô” já é realidade. Estamos desenvolvendo robôs para auxiliar os problemas de solidão. A indústria de robôs sexuais cresce, atendendo a gostos diversos, assim como a indústria de robôs para uso militar. No jogo de xadrez, já fazem tempos que os computadores derrotam os melhores campeões humanos e, … desistimos de tentar ganhar.

Determinantes das inovações tecnológicas

Sempre, o que nos impulsiona, é a atenção as nossas necessidades básicas, alimentação, saúde, capacidade reprodutiva, abrigo, etc… Estas necessidades biológicas, e outras que nossa cultura foi criando, sempre estão na essência do avanço tecnológico. Do uso do nosso entorno natural, de sua transformação para permitir viver, transformando-o, criando novos materiais, reciclando, pesquisando aqui no sistema planetário próximo, outras alternativas, isto é a mola básica do avanço tecnológico.

As ferramentas, as máquinas, a automação e a robótica, sempre tem em sua “genética”, esse princípio de completar, atender nossas demandas. Já fazem séculos, que sabemos da existência de capacidade tecnológica para satisfazer as necessidades humanas. No entanto, se o desenvolvimento de conhecimentos, uma atividade social por excelência, sempre foi testada e adotada dentro de critérios mais sociais, se acentua, desde a Revolução Industrial, uma divisão técnica do trabalho em que a atividade científica, foi ficando cada vez mais controlada, dirigida para a concentração de poder e apropriação, por alguns, de seus resultados.

O conhecimento sobre um novo produto, uma nova forma de fabricação, a inovação, ao gerar possibilidade de ganho maior sobre concorrentes, entra para o mundo dos negócios, é um ganho econômico diferencial perseguido. A atividade de pesquisa científica e sua prática, deixam de ser apenas para o bem social , mesmo quando usam recursos fiscais, estão condicionadas a atender uns poucos. A preponderância da inovação tecnológica, para atender necessidades de lucro, mais do que sociais, é um fato e, com ela vivemos. Tanto as “velhas tecnologias de uso comum na cultura” que usamos, quanto as “novas”, continuam tendo a função basilar de atender a uma necessidade mas, com a condição de serem lucrativas para serem massificadas e isto, alimenta desigualdades.

O vetor do lucro na tecnologia pode ter efeitos perversos. O maior exemplo, são as pesquisas e a indústria da morte. Matar é muito rentável. Se acabaram os tempos, do esforço e habilidade física para acertar o oponente com uma bodocada, um tacape, uma flechada e, se decidir uma luta. Não existe a tensão, os o tropel, os gritos, a estética cruel do clarim das cargas de cavalaria, seguidos pelo seu impacto sangrento. Para matar com precisão, sem falar no horror da bomba atômica, agora se faz a distância, usando mísseis, drones. As ferramentas da morte agora, são sofisticadas, caras e impessoais no combate mas, com efeitos arrasadores, para os envolvidos e para os civis indefesos.

São ferramentas da morte com tecnologias que, quando destruídas, exigem reposição total e… mais gastos de pesquisas e de inovação. As formas de matar mais inimigos, com mais precisão e de forma mais segura para quem ataca, é um motivador permanente, comprovante de que falta muito para o Homo ser sapiens. Entre 2018 e 2019, os gastos militares no mundo aumentaram, mesmo com a pandemia, esta tendência não foi revertida, como indicam dados do SIPRI que conseguiu monitorar em total de US$ 1,98 trilhões em 2020. Destes, os cinco maiores orçamentos, foram: EUA com US$ 778 bilhões, seguido pela China, com 252, Índia com 72,9, Rússia com 61,7 e Reino Unido com 59,2. Os gastos militares, uma atividade parasitária da economia, se aplicados para desenvolvimento humano e sustentável, permitiriam um salto qualitativo de vida humana incomensurável. Falso é o argumento, de que os mesmos são necessários pois geram novas tecnologias que incorporamos no uso cotidiano. Se os recursos fossem gerados diretamente para o bem estar, todos sabem que seria mais produtivo. A escalada mundial armamentista é preocupante para todos, recordemos alguns exemplos dos principais países exportadores e importadores (em %) , no período 2015-2019, segundo o SIPRI:

Tabela

PAÍS
EXPORTADOR
%
MUNDIAL
PAÍS
IMPORTADOR
%
MUNDIAL
Estados Unidos 36Arábia Saudita12
Russia21Índia9,2
França7,9Egito5,8
Alemanha5,8Austrália4,9
China5,5China4,3
Inglaterra3,7Argélia4,2
Espanha3,1Coréia do Sul3,4
Israel3,0Emirados Árabes Unidos3,4
Itália2,1Iraque3,4
Coréia do Sul2,1Catar3,4

Os maiores exportadores de armas são as antigas potências da Europa. Israel sempre foi um grande comprador de armas e desenvolvedor das mesmas, pela sua formação histórica agressiva com os vizinhos e seu expansionismo na Jordânia, Líbano e Palestina. Demonstrando capacidade tecnológica crescente, vemos a China e a Coreia do Sul. Por outro lado, entre os grandes importadores, a presença dos países produtores de petróleo, chama a atenção.

AS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS…SEM CONTROLE SOCIAL, PREJUDICAM:

Sabemos, que as inovações tecnológicas permitem ganhos, importantes para quem tem o monopólio, ou consegue utilizar a mesma, antes dos rivais. Por outro lado, ela estabelece um patamar de capacidade produtiva, que vai excluindo quem não consegue se adaptar ao mesmo.

As tecnologias produtivas, também induzem as inovações ao consumo. Usando exemplo de um objeto antigo, agora não basta ter um relógio para toda a vida, os relógios devem ser descartáveis, só assim as fábricas podem aumentar sua produção e, agregar ao pulso dezenas de outras alternativas de uso, além do controle do tempo, sua função original. A compacidade de produzir muito, ao “saturar” o mercado ameaça os ganhos. A alternativa é gerar pressões consumistas, a moda por exemplo, ao mudar constantemente cores e formatos dos mesmos objetos, criando um falso novo e gerando rapidamente “o velho ultrapassado”, amplia o consumo. Com a produção de produtos de pouca durabilidade, com o planejamento da obsolescência (vida curta), logo o que compramos deixa de funcionar e/ou fica “fora de moda”, algo feio, não desejável, descartável por outro novo e, o ciclo se repete. Roupas que logo desbotam, rasgam, aparelhos eletrodomésticos que duram pouco, etc.., forçam a reposição, são mercadorias em que o ciclo de vida é curto, para que sejam substituídas, garantindo novo consumo. Assim, muitas inovações podem ter o efeito pernicioso de alimentarem as produção de dejetos em escala crescente, para manterem os lucros dos fabricantes.

Por outro lado, a inovação tecnológica pode ser adiada, escondida, se a mesma ameaça uma situação estabilizada de lucro. Os monopólios, podem conhecer alternativas tecnológicas e não incorporarem na produção, pois as antigas ainda são rentáveis. Geralmente, introduzem a inovação, quando se veem ameaçados ou, quando tem clara oportunidade de ganhos melhores. As tecnologias simples, como as lâmpadas de led são um exemplo disto, além da indústria automotriz, que durante décadas, se negou a usar a energia elétrica para substituir os absurdos poluidores motores à combustão interna, tendo amplo domínio tecnológico do motor elétrico.

CONSTATAÇÕES E INQUIETAÇÕES:

Agora, temos Conselhos, leis e regulamentos de “bioética”, temos também a OMC (Organização Mundial do Comércio), como a mais antiga, a OIT (Organização Internacional do Trabalho), etc… Existem para tentar “regular”, as relações de trocas de mercadorias e as relações de trabalho, que sempre estão relacionadas com as pesquisas e novas tecnologias.

No entanto, a moral coexiste com a imoralidade. Era imoral e ilegal profanar um túmulo e abrir um cadáver. Mas, foi roubando sepulturas, que as aulas de anatomia avançaram e conseguimos entender como funciona o nosso corpo. A pesquisa para eliminar dúvidas, sempre enfrenta barreiras técnicas, que exigem criatividade na aplicação do método científico e levanta inquietações éticas. É ético substituir o trabalho humano por autômatos para ter mais ganho? É ético produzir medicamentos contra a depressão e gerar dependência química ? É ético produzir e poluir? Vivemos num mundo que não conseguimos discutir e, muito menos decidir sobre a imoralidade das guerras. Embora exista a ONU, não conseguimos proibir a produção de armas nucleares e muitos pensam ser um “direito” produzir e possuir armas atômicas. Se, no passado distante, ter armas era essencial para caçar ou se defender de animais selvagens, agora, o argumento injustificável, é a eventual defesa e/ou ataque a outros seres humanos, as armas são fabricadas para matar pessoas, a “legalidade” de suas fábricas e de suas vendas, é uma comprovação de que o “homo” ainda está longe de ser “sapiens”. Os argumentos armamentistas, não resistem a nenhuma análise lógica, só são construídos pelo interesse parasitário de lucro do complexo bélico-industrial.

Casas inteligentes já são uma realidade, desde o os eletrodomésticos da sua cozinha até o seu sistema de segurança com fechaduras eletrônicas, agora tudo na palma da mão. Imagem/queroautomacao.com.br

Avançamos na ciência e conhecimento aplicado nas tecnologias, em todos os campos, conhecemos bem nossos corpos, as plantas, os animais, os oceanos, continentes e, cada vez mais o nosso sistema planetário e galáxia. No entanto, continuamos paralisados em nossa incapacidade de gerir tantos conhecimentos para o bem da humanidade. Afinal, para quem serve nossos esforços em Ciência & Tecnológia? A resposta a isto, é o essencial, é a moral que buscamos. Precisamos de avanços científicos e tecnológicos para viver bem e sem dilapidar o maio ambiente, esta é a única premissa permanente que deve orientar a mudança tecnológica .

Para continuar se divertindo:

A Ciência & Tecnologia, cobre a totalidade das atividades humanas mas é lógico, cada área, tem suas especificidades. Os interesses do leitor o moverão por este fascinante e tempestuoso tema. Recordo: ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. S.Paulo, Ed. Martins Fontes, 1016p.; SANDRONI, Paulo. Dicionário de Economia do Século XXI. Rio de Janeiro, Ed. Record, 2006, 907 p.; http://www.sipri.org (SIPRI – Stockholm International Peace Research Institute) ver o seu Yeerbook 2020 (Armaments, Disarmaments and International Security); MAMPAEY, Luc & SERFATI, Claude. Os grupos armamentistas e os mercados financeiros rumo a um compromisso “guerra sem limites”. In: CHESNAIS, François. A finança mundializada. S. Paulo, Editorial Bontempo, 2005, pp.223-247.; COOK, Fred J. O Estado Militarista. Rio de Janeiro, Ed. Civilização Brasileira, 1966, 343 p.; LEE, Sangheon et al. Duração da jornada de trabalho em todo o mundo:tendências da jornada de trabalho. Brasília, OIT, 2009, 252p.; Informe inicial para lá Comisión Sobre el Futuro del Trabajo. Genebra, OIT, 2017, 67p.; MAZZUCATTO, Mariana. O Estado empreendedor: desmascarando o mito do setor público vs. setor privado. S.Paulo: Porto-folio-Penguin, 2014, 313p.; ROSEMBERG, Nathan. Por dentro da caixa preta: tecnologia e economia. Campinas Ed. UNICAMP, 2006; Ver também: revistapesquisa.fapesp.br ; RELET (Revista Latinoamericana de Estúdios del Trabajo), alast.info/relet/índex/php/relet; RBI – Revista Brasileira de Inovação. UNICAMP e outras fontes.

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