OS ROBÔS E OS NOVOS DESAFIOS

1. Da imaginação à realidade:

01. Um traço maravilhoso da nossa espécie, é a nossa imaginação criativa. Partindo do real, criamos possibilidades fantásticas que abrem alternativas para novas realidades. Alguns, tem a habilidade de sistematizar e divulgar suas criações para o uso comum; Afinal as estórias existem, para enriquecer as nossas relações grupais, sociais, a nossa cultura.

02. Para exemplificar recordo Jules Verne, com seus livros “Da Terra à Lua”, “Vinte mil léguas Submarinas” e a “Volta ao Mundo em 80 dias”, publicados entre 1865-1872, descortinava possibilidades que foram aproveitadas pelo cinema e encantaram. Gosto de pensar que o livros de contos “Eu Robô” de Isaac Azimov, em 1950, é o marco na ficção científica, específico sobre o nosso relacionamento com máquinas humanóides, segundo a narrativa da psicóloga que conta suas emoções no seu relacionamento com o robot, seu objeto de estudo. O visionário Azimov antevê as possibilidades de sentimentos nas relações entre os humanos e seus andróides e. adianta as geniais leis da robótica. Em 2008 foi realizada uma adaptação dos contos de Azimov para o cinema, com o mesmo título “Eu Robot”. O ator Will Smith faz o personagem detetive, onde a temática das leis da robótica para controlar as emoções e relações entre humanos e robôs, é o pano de fundo.

Isaac Azimov, criador da obra Eu robô.

03. Em 1961, o soviético Gagarin com a Vostok 1, fez o primeiro vôo ao espaço. No final dos anos 60, a TV nos encantava com espaçonaves e suas tecnologias, como a nave de exploração intergaláctica Enterprise da série Jornada nas Estrelas, em 1966. A magia do audiovisual ultrapassava o encanto das leitura. Recordo em 1968, quando Stanley Kubrick lança seu filme 2001 uma odisséia no espaço, com a temática dos resultados da relação entre o super computador com inteligência e a tripulação. O filme inicia com as cenas espetaculares de surgimento da espécie, ao som de uma valsa de Strauss, se desenvolve e conclui, apresentando todas as possibilidades da ultima criação humana, a inteligência artificial, com seus acertos e erros.

04. Em julho de 1969, a Apollo 11, leva Neill Armstrong e Buzz Aldrin até a Lua. O imaginado por Jules Verne, se torna realidade. Lembramos, que Cabo Canaveral, está quase nas coordenadas indicadas por Jules Verne, em seu livro da viagem à Lua, quase um século antes.

05. No entanto, os robôs entraram em nossas vidas e foram recebidos com unânime simpatia. Com a criação de George Lucas, em 1977, na série Guerra nas Estrelas – Star Wars, a simpática dupla de robôs, cheio de emoções, dúvidas, medos e heroísmo, o C-3PO e o R2-D2, são inesquecíveis. Sem eles, nem os caças estelares funcionariam, os combates não poderiam ocorrer. Para mim, nesta série de aventuras os atores coadjuvantes mais cativantes, eram os robôs.

R2-D2 e seu companheiro linguista C-3PO

06. O filme Blade Runner, 1982, aprofunda a problemática do relacionamento conflitivo entre os humanos e uma grande população de trabalhadores robóticos. Blade Runner, que foi refilmado, anuncia a opressão e necessidade de controle policial sobre os robôs. A questão da humanidade e capacidade reprodutiva para os robôs, torna-se evidente. A temática do uso da violência, rompendo com as leis da robótica de Azimov, está em Blade Runner, e é mais explícitada em 1984 com O Exterminador do Futuro, com Schwarzenegeer no papel de robô T-800. Este é um android militar em luta contra outro, são implacáveis armas de matar, um típico filme da cultura armamentista dos EUA.

07. Porém, como não lembrar o adorável Robô Wall E, de 2008, com sua de mensagem de esperança?O cenário de um planeta “lixão” e as emoções do namoro entre o Robô gari Wall-E e a robô exploradora de sinais de vida EVA, foram um marco. São robôs sem formato humanóide mas, com sentimentos românticos, maravilhosos. Suas aventuras num planeta depósito de resíduos sólidos (lixão), tem um final feliz para eles, para nós e, a natureza. Este filme, de Andrew Stanton, uma parceria dos estúdios Walt Disney com o Pixar, feito de forma inovadora, usando a computação, e todos personagens robôs com formatos não andróides, é um belo espetáculo e, um marco na complementação criativa entre o homem e o computador na comunicação audiovisual.

08. Em 2015, Alan Garland lança o filme Ex-Máquina. O mesmo é encantador ao apresentar a capacidade da IA, como sensibilidade, inteligência e capacidade de pensar. A aplicação do teste de Turner, é a temática orientadora desta ficção científica inglêsa. Afinal, se não é possível saber se dialogamos com uma máquina ou com um ser humano, então a máquina com IA … tem inteligência.

Ex-Machina instinto artificial filme de Alex Garland.

09. O interessante é que também em 2015, sob os princípios de teste propostos por Turner em 1950, 30 julgadores foram unânimes em afirmar, que dialogavam com um jovem ucraniano de 13 anos que… na verdade era um computador. O mesmo portanto, tinha inteligência equivalente ou superior, a dos entrevistadores.

2. Os robôs e a “legalidade”:

10. Robôs, não são ciborgues. Os ciborgues, são os seres humanos com próteses mecânico-eletrônicas e implantes neuroeletrônicos, vão deixando de ser ficção para se tornarem reais. Seremos híbridos homens-máquinas com o passar do tempo? A realidade do cérebro em uma “armadura” corporal, como a ficção policial do robocop, filme de 1987 será realidade? Estas armaduras híbridas de combate, de multiplicar a capacidade dos músculos e sentidos humanos (exo-esqueletos), de trabalhar e matar, infelizmente, se desenvolvem mais nas pesquisas militares. A “amortalidade”, assinalada por Yuval Noah Harari em seu livro “Homo Deus”, está ao nosso alcance?

Camille Rodrigues medalhista paraolímpica , natação, Seleção Brasileira.

11. Mas, os robôs não são ciborgues. Os robôs, são máquinas, programáveis, com autonomia (ou não) de movimentos e/ou de locomoção, com capacidade humana, desde atividades repetitivas, habilidades complexas e precisas até as que demandem iniciativa própria. Os robôs podem apreender com a sua prática. Terão diferentes formatos, segundo a sua funcionalidade principal. Os robôs industriais, são mais resistentes, rápidos, precisos e fortes do que o ser humano. Os robôs podem trabalhar quase ininterruptamente, não ficam “doentes” tendo manutenção adequada, não precisam de descanso nem de férias. Os robôs, parecem perfeitos, só o que necessitam é de energia e programação adequada. Estas novas e revolucionárias máquinas, são a tecnologia que está no centro de mudanças aceleradas. Os com aparência humana podemos chamar de androides. E quando se fala de aparência humana, isto envolve desde expressões corporais e faciais, capacidade de locomoção, de ouvir, falar, registrar, dialogar, etc…

11. Foi Isaac Azimov, quem anteviu a necessidade de um ordenamento da programação dos robôs, para orientar a sua conduta. Chamou a isto de leis da robótica. As mesmas, são a essência do seu conto em 1942 “O círculo vicioso”, onde descrevia os problemas de um robô confundido pelas leis de sua programação. Recordando a contribuição de Azimov, temos a genial síntese:

  1. Um robô não causará dano a um ser humano, nem por inação, permitirá que um ser humano sofra dano;
  2. Um robô deve cumprir ordens dadas pelos seres humanos, com exceção daquelas que entrem em conflito com a primeira lei;
  3. Um robô deve proteger a sua própria existência, na medida em que esta proteção não entre em conflito com a primeira ou com a segunda lei.

12. Azimov, na coletânea de contos “Eu, Robô”, usa as tres leis da robótica constantemente, criando o contraste de decisões e emoções entre seus personagens, humanosXrobots. Somente em 1985, na ficção “Robô e Império”, o autor lança a necessidade da lei zero, da robótica “Um robô não fará dano à humanidade ou, por inatividade, permitirá que a humanidade sofra danos”, antevendo a grande autonomia dos robôs com a IA e o poder que poderia ser transferido aos mesmos.

13. A ficção científica ao incluir os robôs em suas obras, foi desenvolvendo mais contribuições. Assim, o búlgaro Lubien Dilov contribuiu em 1974 em seu conto “O caminho de Ícaro”, com o que poderia chamar a “4ª Lei da robótica? “Um robô deve sempre identificar-se como robô”. Nikola Kesarowski, em 1983 em seu trabalho ““A quinta Lei” anuncia que “Um robô deve saber sempre que é um robô”.

14. A numeração das leis da robótica, construída pelos autores da ficção científica, na criação dos seus personagens e dramas de relações com os humanos, importa pela busca de uma necessária lógica e, para nós, pela cronologia de seu surgimento. As mesmas antecipavam, os desafios e as necessidades, que o avanço das tecnologias produziriam nas mudanças de relacionamentos e sociais.

15. Assim, em 1986, a possibilidade de reprodução do robôs é enunciada por Harry Harrison em sua obra A quarta lei da robótica. A mesma afirmava “Um robô pode reproduzirse, na medida em que esta reprodução não entre em conflito com as primeiras e terceiras leis”, se referindo as construídas por Azimov.

16. Na imaginação criativa, na ficção científica, as regras fundamentais estavam dadas. Os robôs foram pensados como boas complementações dos seres humanos, para melhorar nossas vidas e inclusive, tendo o direito de se reproduzirem… Muito bom.

17. No entanto, os robôs da ficção, estes androides, parecem distantes da robótica industrial e de serviços. Esta realidade atual, faz com, por exemplo, na União Européia, se discuta o impacto da robótica, da inteligência artificial, propondo alguns princípios que podem se transformar em leis, vejamos:

  1. Todo robô deve ter um interruptor de emergência;
  2. Os robôs não podem fazer danos aos seres humanos;
  3. Não se pode gerar relações emocionais com os robôs;
  4. Os grandes robôs devem ter seguro obrigatório;
  5. Os robôs, classificados como pessoas eletrônicas, deverão ter direitos e obrigações;
  6. Os robôs pagarão impostos.

18. Novas formas de relacionamento, particularmente nas atividades produtivas, resultam em conflitos, consensos e ajustes, próprios dos processos de mudanças.

19. Afinal, buscamos nos robôs, a mesma complementação do nosso trabalho, que conseguirmos com a domesticação de animais ou, pela força, com a infâmia do trabalho escravo, até as legislações dos contratos trabalhistas. No passado da cultura humana, ter escravos guerreiros, sexuais, artesãos, professores, trabalhadores agrícolas, domésticos, conselheiros, etc… foi um fato. Não é de estranhar que as mais diversas atividades, desde as enfadonhas até as arriscadas, criem espaço para a robótica.

O FUTURO DO TRABALHO: inquietações que não calam

20. Qual o equilíbrio entre o trabalho humano, os robô e os algorítmos? Na verdade, nunca tivemos “equilíbrio” entre o trabalho escravo e dos homens “livres”. Agora, os robôs serão melhores que os escravos no passado?

21. Vivemos uma eliminação, concorrência entre o trabalho humano e os algorítmos e a robótica? Ou estamos numa nova etapa de complementação-multiplicação da capacidade de trabalho humano? A robótica pode ampliar a crise pela concorrência por trabalho entre os seres humanos? As demandas por trabalho, resultam em conflitos, nas correntes migratórias, por oportunidades desiguais para diferenças geracionais, de gênero, entre grupos étnicos e religiosos. No entanto, a silenciosa substituição do trabalho humano pelas máquinas, continua no cotidiano. Cada vez mais atividades humanas são eliminadas por sistemas informatizados, nas transações financeiras, nas compras, nos serviços diversos, sem falar no que não vemos, com o incremento da robótica industrial e na logística.

22. A IA (inteligência artificial) significa a capacidade de apreender com a prática, de retroalimentar-se, reprogramar-se e… evoluir. Recordam os confrontos no jogo de xadrez entre os computadores e o campeão mundial Garry Kasparov? Pois em 1996, finalmente o programa Deep Blue venceu Kasparov. No entanto, muito mais complexo que o xadrez, é o jogo chinês de tabuleiro, o GO. Pois em 2016 em Seul, o campeão mundial coreano, Lee Sador, foi batido pelo programa alphago.

Nigel Stanford em seu brilhante AUTOMÁTICA- Robots Vs.Music utiliza de robôs industriais em uma inusitada parceria musical. https://youtu.be/bAdqazixuRY

23. Os exemplos são vários, como o recente da NASA, com a última missão espacial à Marte, o rover perseverance. ela só foi possível, desde o pouso e diversas operações com seu pequeno helicóptero, graças a IA incorporada nos equipamentos. Afinal, o tempo de comunicação entre a Terra e Marte, impedem o comando remoto dos equipamentos, que demandam decisões autônomas instantâneas, como voar um helicóptero com a rarefação do ambiente marciano.

24. A incorporação da robótica em nossas vidas, é um processo que não tem retorno, se acelerou com a pandemia. máquinas não ficam doentes, não morrem por doenças, não ficam cansadas, não precisam de quarentenas, nem de vacinas. As tensões permanentes do desemprego, sub-emprego, trabalho parcial à domicílio, etc…, estão ainda obscurecidas, pela luta de todos com a pandemia. No entanto, o uso da robótica e dos algorítmos se expandiu, impulsionados pela mesma. A produção de robôs industriais atinge patamares nunca esperados ,… não dá sinais de diminuir pois, a adoção de robô industriais, que já ocorria acima das taxas de crescimento demográfico antes da pandemia, agora se ampliaram.

25. As “inovações robóticas” quando as descobrimos, já são velhas. As alternativas da mesma para o mundo das emoções e do afeto, já são diversas, com realismos e alternativas, como na fabricação dos robots de acompanhamento e/ou para atividades sexuais, fabricados com personalizações e vendidos livremente.

26. Chama a atenção o desenvolvimento da robótica para preencher a lacuna da necessária atenção afetiva na terceira idade. Aqui, a realidade dos pequenos animais domésticos, de darem atenção e carinho aos seus donos, é corporificada num pequeno robot, agradável ao tato, com capacidade de expressão, etc… O Japão, país com população longeva e inovador na robótica, produz e usa cada vez mais o adorável robô….

NUKA a foca robô criada por Takanori Shibata é atualmente o dispositivo médico mais utilizado em 30 países (Japão, Reino Unido, Portugal, etc..) para melhora de quadros de depressao, perturbações do sono, ansiedade, estresse e Alzheimer e outras demências, principalmente em lares de Idosos.
A foquinha teve sua participação em um episódio da série animada – Os Simpsons , mostrando sua interação e companheirismo, combatendo a solidão em idosos.

27. O World Economic Forum (WEF), em suas pesquisas e cenários até 2025, indica que 87 milhões de empregos poderão ser eliminados, substituídos por máquinas e IAs (Por favor alguém se lembre de cobrar, em 2026 se esta conta do WEF estava certa). A pandemia resultou numa aceleração da pesquisa e adoção de novas tecnologias, com automação de processos e integração de tecnologias, para diminuir a dependência das empresas, do trabalho humano. No entanto, o WEF acena com a possibilidade de uma demanda de 97 milhões de novas funções. Logico, que aconselha reciclagem, requalificação, empreendedorismo e agilidade de todos, em especial dos governos, para enfrentar a dimensão do desafio.

ROBEAR – esse ajudante robótico em formato de urso pertence a Sumito Riko Company Limited, capaz de auxiliar pacientes com deficiências – retirar o paciente do leito, colocar me cadeiras de rodas, abraçar, acomodar em sofá por exemplo são algumas funções do ROBEAR.

28. No entanto, para quem perde um trabalho para um robô, as possibilidades de acesso à requalificação, os tempos que exigem e os custos, tornam isto difícil, mesmo com o suporte de políticas e programas públicos. Como estes programas são frágeis na América Latina, não sabemos que inovações serão absorvidas, pois a maior parte das inovações das multinacionais, não são desenvolvidas aqui, a nossa rede de educação tecnológica é pequena, não existem sistemas de efetivo amparo para a reciclagem, nem a efetiva garantia de trabalho para quem a realizar. Em nossas sociedades, é conhecida a estrutural carência do sistema educacional em acompanhar as mutações no mercado de trabalho. “Mercado” de trabalho, totalmente desregulado, que mais descarrega sobre o indivíduo, a responsabilidade de buscar alternativas, do que as que existem para reapreender e, deixar o desemprego. Nossos adolescentes abandonam a escola pois a mesma, pouco qualifica para o trabalho ou, não consegue acompanhar a rapidez das mudanças tecnológicas.

29. Para um adulto, perder um trabalho para uma inovação tecnológica, quando tem responsabilidades familiares, é muito difícil aceder a nova capacitação e dominar um novo patamar de conhecimentos. Sem isto, as alternativas são outras, muitas vezes com menor ganho e na informalidade.

30 Para as pessoas, de qualquer idade, sem qualificações, que vivem na informalidade, o impacto da substituição do trabalho humano pela automação, assinala maiores dificuldades. Pois o acesso à empregos formais, estão sob maior pressão da maior concorrência dos mais qualificados, além da cotidiana inundação de novas alternativas tecnológicas, programas que substituem a ação humana.

31. As altas taxas de desemprego, o sub-emprego, o emprego precário, o trabalho a domicílio, é a realidade que vivemos e, que segundo a OIT, ameaça o presente-futuro de “recuperação” da América Latina.

32. Com governos nacionais fragilizados, com pouca capacidade de coordenação em seus territórios e de articulação internacional, com ínfimos controles sobre o capital financeiro, o necessário esforço de recuperação e busca de equilíbrio, entre o trabalho humano e o dos robôs, anuncia tensões crescentes e crise.

33. A União Européia, nos parece mais adiantada nas discussões de alternativas, como em sua intenção de cobrar imposto das empresas que usam a robótica, para alimentarem fundos para reciclagem de mão de obra, são um exemplo das transformações que vivemos.

34. Por outro lado, as propostas da necessidade de uma renda social básica universal permanente, não seria o reconhecimento, da impossibilidade de recuperação de emprego para os humanos?

35. O fato inovador em nossas vidas é a robótica, ela gera com rapidez no nosso cotidiano, as possibilidades de trabalhar e ter uma vida mais fácil e segura. Assim como as ferramentas e máquinas que herdamos das gerações anteriores, o presente já é robótico. As ferramentas, máquinas e IA, são imaginados, construídos, testados e usados por decisões humanas. Termos o controle social da resolução sobre as oportunidades, modalidades e os resultados do seu uso, é o problema. Esta mudança provoca tensões, que geram novos desafios para a capacidade de decisão sócio-política humana pois sempre devem ser pautadas pela busca de melhor atender as necessidades humanas sob enfoque de sustentabilidade.

PARA SE DIVERTIR MAIS:

LUIZ A.M. Fundamentos da Robótica. S. Paulo, Ed. Plêiade, 2010; ROSEMBERG, Nathan. Por dentro da Caixa Preta: tecnologia e economia. Campinas,, Ed. Unicamp, 2006.; The conversation.com/la-séptima-ley-de-la-robótica-como-harce-de-los-robots-humanos-ejemplares, acesso em 28/05/21; TEIXEIRA, Kleber Garcia. Da mecanização da produção à redução da jornada de trabalho: itinerário crítico do pensamento social voltado ao trabalho. in: Revista RET (ESTUDOS DO TRABALHO), ano III, nº 4, 2009; AZEVEDO, Célia Maria. Onda negra medo branco. Rio de Janeiro, Ed. Paz e Terra, 1987, 138p.; NARLOCH, Leandro. Escravos (a vida de 28 brasileiros esquecidos pela História). Rio de Janeiro: Ed. Estação Brasil, 2017, 207p,; MAZZUCATO, Mariana. O valor de tudo (produção e apropriação na economia global) em especial o cap.7 “Extraindo valor pela economia da inovação”. S.Paulo: Portofolio-Penguin, 2020; OIT. El trabajo en domicilio (de la invisbilidad al trabajo decente). Ginebra, OIT, 2020; OIT. Informe inicial para la Comisión Mundial sobre el futuro del trabajo. Ginebra, OIT, 2017; OIT. Mi Futuro del Trabajo: Panorama Laboral 2020. Lima, OIT, Oficina para América Latina y el Caribe. 2020, 204p.; WEB. Future of Jobs Report 2020. WEB Wordl Economic Forun, Ginebra, 2020,163p.; Ver Alan Turner na wikipédia; ver: nationalgeographic.pt/grandesreportagens/2544-os-robos-já-chegaram, acesso em 02/06/31;

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